quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013


Projeto de lei obriga emissoras de rádio a tocarem um frevo por dia

Filipe Barros - Diario de Pernambuco

Um frevo por dia em todas as rádios da capital pernambucana. É o que propõe o projeto de lei 04/2013, que institui o Momento do Frevo, a ser votado hoje em sessão na Câmara de Vereadores, às 15h. A autoria é do vereador Marco Aurélio Medeiros (PTC), que visa à promoção da cultura tipicamente pernambucana e estímulo à criação de novos frevos a partir do espaço aberto na mídia. Se aprovada, caberá às emissoras de rádio, escolher um horário para o momento do frevo dentro da programação.
De acordo com Marco Aurélio, a sessão na Câmara de Vereadores, contará com a presença de vários artistas locais, que inclusive "aprovam a regulamentação da lei em Pernambuco". Dentre eles,estarão presentes Nena Queiroga, André Rio, Maestro Spok, dentre outros.
O vereador cita ainda que o espaço aberto para o frevo nasce em um momento muito favorável, quando o mundo começa a descobrir a riqueza cultural da expressão artísticas máxima do Estado, considerada hoje Patrimônio Imaterial da Humanidade pela Unesco.
“O mundo já nos deu o reconhecimento. Cabe a nós agora possibilitar a divulgação do frevo nas ondas do rádio, estimulando também os artistas a criar novas canções de frevo, dando ainda mais vida ao ritmo centenário”, comenta o vereador. Ainda de acordo Marco, o projeto de lei é apenas o início de uma série de incentivos.“É o pontapé inicial com o intuito de resgatar a nossa verdadeira identidade cultural, valorizando a classe artística.”

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013


Radialista é morto a tiros em no interior do Ceará

Jaguaribe – Homem foi atingido por tiros quando seguia de casa para o trabalho

O radialista Mafaldo Bezerra Goes, 61, foi morto na manhã desta sexta-feira, dia 22. no município de Jaguaribe (318 km de Fortaleza). De acordo com a Polícia Militar, Goes foi atingido por disparos quando seguia de casa para o trabalho, por volta das 8h30. Dois suspeitos em uma motocicleta fizeram cerca de dez disparos. O radialista foi atingido na cabeça e na barriga e morreu no local
Goes apresentava um programa policial na rádio FM Rio Jaguaribe FM 104.7 de Jaguaribe, no interior do Ceará. Segundo a Polícia Civil, ele noticiava a ação de grupos de crime organizado, traficantes e pistoleiros que atuam na região. "Ele morreu por causa da profissão. Ele despertou a raiva de muita gente", disse a delegada Vera Lúcia Passos Granja.
A delegada informou que, segundo a família de Goes, ele já havia recebido ameaças de morte. Segunda ela, as intimidações haviam sido informadas informalmente à PM, mas não foram registradas por ele na delegacia. Segundo Granja, seis suspeitos foram levados para a delegacia para serem ouvidos. Até a noite desta sexta-feira, nenhum deles havia sido preso.
 
O corpo da vítima foi levado para o IML de Juazeiro do Norte (548 km de Fortaleza). Ainda não há informações sobre o enterro. A Folha tentou entrar em contato com a FM Rio Jaguaribe, mas não obteve resposta
Com informações da Folha de S.Paulo

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013


Implantação do sistema de rádio digital desafia o paísTestes realizados até agora não foram satisfatórios




 (ABr)
Um dos principais desafios para o rádio brasileiro nos próximos anos é a implantação do sistema digital. Em julho do ano passado, foram feitos vários testes pelo Ministério das Comunicações com os padrões DRM (europeu) e HD Radio (norte-americano). Mas novos testes terão de ser realizados, já que a área de cobertura do sinal digital não foi considerada completamente satisfatória.

“Diminuir a área de cobertura é excluir, e não podemos ter um sistema de rádio digital que cubra menos que o sistema analógico. Se conseguirmos vencer essa etapa e ter um sistema que possa cobrir o mesmo que se cobria no analógico, dá para avançar nas outras discussões”, explicou o diretor de Acompanhamento e Avaliação de Serviços de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, Octavio Pieranti.

A digitalização do rádio vai possibilitar melhor qualidade de áudio e recursos como a multiprogramação (várias programações em um mesmo canal) e o envio de informações por meio de mensagens de textos que poderão ser lidas em um visor no próprio aparelho. Com a digitalização, o sinal do rádio poderá ser recebido diretamente em computadores, telefones celulares, tablets e televisores.

Pieranti explica que, ao contrário da digitalização da televisão, não existe a previsão de um desligamento total do sistema de rádio analógico. “Por enquanto, vamos manter [as duas tecnologias]. É claro que quando se fala em uma tecnologia dessas, um dia se espera desligar. Mas esse dia, no caso do rádio, é imprevisível neste momento”, acrescenta.

Os testes para a implantação do novo sistema são acompanhados pelo Conselho Consultivo do Rádio Digital, formado por representantes da sociedade civil, do governo federal, do setor de radiodifusão (comercial, educativa, comunitária e pública), da indústria (recepção, transmissão e audiovisual), das instituições acadêmicas e dos anunciantes. A próxima reunião está marcada para o dia 28 de fevereiro.

A gerente de rádios da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Taís Ladeira, defende que a digitalização do rádio brasileiro seja feita para todas as frequências, inclusive as ondas curtas. Segundo ela, a empresa vai trabalhar para que a digitalização do rádio seja uma possibilidade de universalização da comunicação pública.

“Não podemos fazer com que os cidadãos brasileiros sejam separados em primeira e segunda classe: os de primeira classe, dos centros urbanos, que recebem qualidade digital nas FMs e os de segunda classe, das localidades mais remotas, que não podem ter uma comunicação em ondas curtas com qualidade digital e com toda a capacidade de interatividade que o rádio digital vai trazer”.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013


Como o invento do rádio salvou a torre Eiffel?


Por Dane Avanzi
 
A construção da torre Eiffel foi concluída em 31 de março de 1889 com pouco mais de 300 metros de altura, sendo construída a em dois anos, dois meses e cinco dias. Um verdadeiro recorde. Foi encomendada para uma data comemorativa especial, a Exposição Mundial da França, que comemorava os 100 anos da Revolução Francesa, e por isso tudo tinha que ser algo extraordinário.
 
Hoje símbolo indiscutível de Paris, a obra foi bastante criticada na época. No dia 14 de fevereiro de 1887, o jornal francês Le Temps publicou uma carta de protesto de artistas da França, que chamavam a torre de “monstro”.
 
As críticas foram muitas e a criatividade dos xingamentos não tinha limites. Paul Verlaine a comparou com um esqueleto urbano e Guy de Maupassant, com uma “pirâmide alta e estreita de escadas de metal”. O povo ignorou as advertências dos artistas e dois milhões de pessoas visitaram a torre Eiffel em 1889, durante a Exposição Mundial, que foi um sucesso.
 
Construída para ficar exposta por apenas 20 anos, findos os quais, seria desmontada, seu criador o engenheiro Alexander Gustav Eiffel, tinha secretamente planos para perpetuá-la. Não por acaso escolheu construí-la com ferro fundido, material barato em relação ao aço e de imprescritível durabilidade, necessitando apenas de rotina de pintura para sua conservação contra os efeitos do tempo e da natureza, portanto, com baixo custo de manutenção.
 
Conforme o prazo de 20 anos foi passando, Eiffel foi criando outras utilidades para a torre, todas ligadas ao desenvolvimento da ciência em suas diversas modalidades. Logo acima dos arcos de sustentação do primeiro patamar da torre, podem ser vistos os nomes de 72 cientistas mais proeminentes da época.
 
Dessa forma foram feitas várias instalações científicas na torre, entre elas uma estação metereológica, com ênfase em estudos dos ventos, preocupação constante de todo o engenheiro civil militante na área de construção de torres, e Gustav Eiffel não seria diferente. 
 
No entanto, o invento científico decisivo para a perpetuação da torre Eiffel, foi a instalação de uma estação de rádio, utilizada a princípio pelas Forças Armadas francesas, cuja importância foi decisiva durante a primeira e segunda Guerra Mundial, e justificou definitivamente sua necessidade de permanência.
 
Hoje a torre Eiffel abriga várias emissoras de rádio, cujas antenas são adornadas pelo pavilhão francês. É também o monumento mais conhecido e visitado no mundo, recebendo anualmente sete milhões de visitantes, com receita de 65 milhões de Euros ano, e há 120 anos continua sendo o palco de outro fenômeno magnético: o vai e vem de casais apaixonados de todo o mundo. 



terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

                                                O RÁDIO

Tudo começou em 1863 quando, em Cambridge – Inglaterra. James Clerck Maxwell demonstrou teoricamente a provável existência das ondas eletromagnéticas. James era professor de física experimental e a partir desta revelação outros pesquisadores se interessaram pelo assunto. O alemão Henrich Rudolph Hertz (1857-1894) foi um deles.
O princípio da propagação radiofônica veio mesmo em1887, através de Hertz. Ele fez saltar faíscas através do ar que separavam duas bolas de cobre. Por causa disso os antigos "quilociclos" passaram a ser chamados de "ondas hertzianas" ou "quilohertz".
A industrialização de equipamentos se deu com a criação da primeira companhia de rádio, fundada em Londres - Inglaterra pelo cientista italiano Guglielmo Marconi.
Em 1896 Marconi já havia demonstrado o funcionamento de seus aparelhos de emissão e recepção de sinais na própria Inglaterra, quando percebeu a importância comercial da telegrafia.
Até então o rádio era exclusivamente "telegrafia sem fio", algo já bastante útil e inovador para a época, tanto que outros cientistas e professores se dedicaram a melhorar seu funcionamento como tal.
Oliver Lodge(Inglaterra) e Ernest Branly (França), por exemplo, inventaram o "coesor", um dispositivo que melhorava a detecção. Não se imaginava, até então, a possibilidade do rádio transmitir mensagens faladas, através do espaço.
E as inovações continuavam a surgir... o rádio evoluía rapidamente.
Em1897 Oliver Lodge inventou o circuito elétrico sintonizado, que possibilitava a mudança de sintonia selecionando a frequência desejada.
Lee Forestdesenvolveu a válvula tríodo. Von Lieben, da Alemanha e o americano Armstrong empregaram o tríodo para amplificar e produzir ondas eletromagnéticas de forma contínua.
Também no Brasil o rádio crescia: um Padre-cientista gaúcho, chamadoRoberto Landell de Moura, nascido em 21 de janeiro de 1861, construiu diversos aparelhos importantes para a história do rádio e que foram expostos ao público de São Paulo em 1893.
Teleauxiofono (telefonia com fio) Caleofono (telefonia com fio) Anematófono (telefonia sem fio) Teletiton (telegrafia fonética, sem fio, com o qual duas pessoas podem comunicar-se sem serem ouvidas por outras). Edífono (destinado a ducificar e depurar as vibrações parasitas da voz fonografada, reproduzindo-a ao natural)
Já em 1890 o padre-cientista Landell de Moura previa em suas teses a "telegrafia sem fio", a "radiotelefonia", a "radiodifusão", os "satélites de comunicações" e os "raios laser". Dez anos mais tarde, em 1900, o Padre Landell de Moura obteve do governo brasileiro a carta patente nº 3279, que lhe reconhece os méritos de pioneirismo científico, universal, na área das telecomunicações.
No ano seguinte ele embarcou para os Estados Unidos e em 1904, o "The Patent Office At Washington" lhe concedeu três cartas patentes: para o telégrafo sem fio, para o telefone sem fio e para o transmissor de ondas sonoras.
Padre Landell de Mourafoi precursor nas transmissões de vozes e ruídos.
Nos Estados Unidos foram anos de pesquisas, tentativas e aprimoramentos até Lee Forest instalar a primeira "estação-estúdio" de radiodifusão, em Nova Iorque, no ano de1916. Aconteceu então o primeiro programa de rádio, que se tem notícia.
Em 1919 inicia-se, a chamada “Era do Rádio”.

CURIOSIDADES TÉCNICAS
As ondas de rádio são ondas eletromagnéticas propagadas por antenas e em determinadas frequências. As frequências de rádio são medidas em Hertz e convencionalmente foram definidas faixas de frequências em que determinados serviços de rádio irão atuar.
Exemplos:
  • OC – Ondas Curtas. É a modalidade de serviço de radiodifusão que opera nas faixas de 5.950 kHz à 6.200 kHz, 9.500 kHz à 9.775 kHz, 11.700 kHz à 11.975 kHz, 15.100 kHz à 15.450 kHz, 17.700 kHz à 17.900 kHz, 21.450 kHz à 21.750 kHz e 25.600 kHz à 26.100 kHz, com modulação em amplitude.
  • OT - Ondas Tropicais. É a modalidade de serviço de radiodifusão que opera nas faixas de 2.300 kHz à 2.495 kHz, 3.200 kHz à 3.400 kHz, 4.750 kHz à 4.995 kHz e 5.005 kHz à 5.060 kHz, com modulação em amplitude.
  • OM – Ondas Médias. Comumente chamada de AM, é a modalidade de serviço de radiodifusão que opera nas faixas de 525 KHz à 1.605 KHz e 1.605 KHz a 1.705 KHz, com modulação em amplitude.
  • FM – Frequência Modulada. É a modalidade de serviço de radiodifusão que opera na faixa de 87,8 MHz a 108 MHz, com modulação em frequência.
  • TV – Televisão. É o tipo de serviço de radiodifusão destinado à transmissão de sons e imagens, por ondas radioelétricas. Opera nas faixas de 54MHz à 72MHz, 76MHz à 88MHz, 174MHz à 216MHz, 470MHz à 608MHz, 614MHz à 806MHz e 806MHz à 890MHz.
Faixas de frequências inferiores, intermediárias e superiores são utilizadas para outros tipos de serviços como Rádio Marítimo, Militar, Móvel, Aeronáutico, Terrestre, Radio navegação, Radioamador, Radioastronomia, Operação e Pesquisa Espacial, dentre vários outros.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013


Colecionador sorocabano tem 300 aparelhos, de europeus a japoneses

José Antonio Rosa
joseantonio.rosa@jcruzeiro.com.br

Pouca gente sabe, mas o acervo do museu do rádio de Dallas, nos Estados unidos, possui pouco mais de 140 unidades; o colecionador sorocabano Daniel Matucci dispõe de 300. Aos 70 anos, ele, desde criança, teve a paixão despertada pelo equipamento. Daí a começar a colecionar, não demorou tanto tempo. Matucci já visitou vários países a procura de novos itens. Sempre que viaja encontra tempo na agenda para procurar novidades. Alguns modelos do colecionador, inclusive, ilustram a página E2.
Matucci tem guardadas raridades: modelos que começaram a ser comercializados quando as transmissões radiofônicas começaram no país, há 90 anos. Dos tradicionais "capelinhas", (aqueles cujo formato lembram, de fato, uma capela) a outros de origem europeia, passando pelos japoneses utilizados na segunda guerra, Matucci dispõe, seguramente, de uma das mais completas coleções já mantidas por particulares.

Curiosamente, ele nunca quis se dedicar à carreira de radialista; seu interesse está voltado exclusivamente para os aparelhos transmissores. Visitou alguns estúdios, mas quis, mesmo, acumular as peças. Elas estão guardadas em sua casa e numa chácara. Detalhe: quase todos funcionam regularmente. É possível ouvir, e muito bem, a programação hoje transmitida em relíquias que captam o sinal até mesmo sem antena.
Aliás, o diferencial dos rádios antigos é justamente sua potência. Alguns dos aparelhos de Daniel Matucci podem alcançar a frequência de aviões e reproduzem conversas mantidas da cabine. Ele, evidentemente, não faz uso disso. Manter o acervo exige muito do colecionador. Ele pessoalmente dedica-se à limpeza e conservação dos rádios. Todos têm uma apresentação impecável; nem parece que são tão antigos.

Matucci diz que o rádio não desperta o mesmo interesse entre os ouvintes da nova geração. O fenômeno da internet polariza a atenção dos mais jovens e impede que eles conheçam a mídia. "É difícil competir, nos dias de hoje, com as redes sociais e outros recursos oferecidos. Até telefone celular transmite programação de rádio, mas o MP-3 não dá espaço para outras alternativas. O que é uma pena, já que o rádio tem importância fundamental no processo de comunicação", avalia.

Isso talvez explique porque Daniel Matucci não se sente mais à vontade para realizar exposições como as que ocorreram na Biblioteca Infantil. O aparente desestímulo, no entanto, logo deixa de existir quando a data comemorativa se aproxima e ele é procurado para promover eventos que divulguem seu acervo. Nessas horas, a emoção prevalece sobre a razão e Matucci nem se lembra da trabalheira que é remover os aparelhos para outro lugar.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

AGUARDE

Em breve notícia importante sobre uma rádio da região centro sul do Ceará é só aguardar

Programa esportivo da Rádio Nacional volta a ser ao vivo e terá Zico como convidado


Um dos mais tradicionais programas esportivos do rádio brasileiro vai mudar de formato a partir da próxima segunda-feira (18). O No Mundo da Bola vai passar a ser transmitido ao vivo às 20 horas na Rádio Nacional AM e no Portal EBC. O programa será transmitido de segunda a sexta-feira.
O programa continua com a apresentação de Carlos Borges e conta com as presenças de Waldir Luiz, da Rádio Nacional, e Alberto Léo, da TV Brasil. O programa trará uma análise dos principais fatos esportivos do dia e contará com a participação de ouvintes por telefone e redes sociais. No programa de estreia, o convidado será o ex-jogador Zico.

História do programa No Mundo da Bola

“No Mundo da Bola” é o mais antigo programa esportivo do rádio brasileiro, tendo início no final da década de 30, comandado pelo locutor esportivo Antônio Cordeiro.
Além de Antônio Cordeiro, passaram também microfones do programa, os maiores nomes do jornalismo esportivo radiofônico, entre eles: Vitorino Vieira, Orlando Batista, César Rizzo, Washington Rodrigues, Loureiro Neto, Mario Silva, Eraldo Leite, José Carlos Araújo e Luiz Penido.
Nos anos 40, o programa promoveu um concurso para escolher o melhor jogador de futebol do Brasil. A Rádio Nacional recebeu mais de 19 milhões de cartas que elegeram Ademir Menezes, o Queixada, o melhor do Brasil. O artilheiro recebeu mais votos do que a soma dos dois candidatos mais votados na eleição presidencial de 1945.
Fonte: EBC

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013


BandNews FM já tem data definida para estrear em Fortaleza


O Grupo Bandeirantes de Comunicação comunicou agora a pouco a data para a estreia da BandNews FM em Fortaleza. A emissora allnews do grupo começa a operar em solo cearense a partir do dia 11 de março, substituindo a Beach Park FM 101.7. Com essa estreia, a rede passa a marcar presença em mais uma importante capital brasileira, aumentando de forma considerável a sua abrangência nacional.
A futura BandNews FM 101.7 de Fortaleza é fruto de uma parceria que envolverá o Grupo Bandeirantes de Comunicação e o Sistema Jangadeiro de Comunicação, responsável local pela operação da futura emissora jornalística que ocupará o local que hoje executa a programação musical da Beach Park FM. A rádio seguirá o formato de rede da BandNews que já é conhecido em outros mercados, contando com inserções locais em cada bloco de 20 minutos de jornais, além das faixas locais diárias (9h00 às11h00 e 18h00 às 19h00).
Fortaleza é uma meta importante da expansão de rede da BandNews que será alcançada em 2013, marca que deseja estar presente nos principais centros populacionais e econômicos do Brasil. A capital cearense será a segunda capital nordestina a abrigar a BandNews, rede que desde 2005 conta com a BandNews FM 99.1 de Salvador. 
 
Além dessas duas emissoras nordestinas e a cabeça de rede em São Paulo, a BandNews também opera através das rádios BandNews FM 94.9 do Rio de Janeiro, BandNews FM 89.5 de Belo Horizonte, BandNews FM 99.3 de Porto Alegre, BandNews FM 96.3 de Curitiba, BandNews FM 90.5 de Brasília e BandNews FM 96.7 de Ribeirão Preto (a última inauguração da rede, ocorrida em 2010).
 
A confirmação da presença da BandNews FM em Fortaleza em 2013 é mais uma etapa importante no processo de mudança no mercado de rádio da capital cearense, levando em consideração que Fortaleza não contava com a atuação de FMs jornalísticas segmentadas em seu dial até outubro desse ano. Conforme informado recentemente pelo Tudo Rádio a capital do Ceará passou a contar com os trabalhos da CBN FM 95.5, emissora que migrou do AM para o FM.
Fonte: Tudo Rádio

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013


Minuta de projeto de lei para migração das rádios AM para a faixa FM já está sendo discutida

Brasília – Documento já circula entre as associações que representam o setor


Já está circulando entre as associações que representam o setor de radiodifusão uma minuta de um projeto de lei, supostamente elaborada pelo Ministério das Comunicações, que permitirá a migração das rádios AM para a faixa FM. Esta é uma das mais importantes reivindicações do setor para tentar conter o enfraquecimento das rádios AM Brasil afora. A transmissão na faixa FM traz a chance de aumentar a audiência dessas empresas e, consequentemente, pode trazer de volta os anunciantes. 
De acordo com as informações do site Tela Viva, o Ministério das Comunicações teria fornecido essa minuta ao mercado para colher contribuições para o projeto, como uma espécie de consulta pública informal. A disposição do ministério em enfrentar o assunto é positiva para o setor, mas o texto consta uma informação que está desagradando alguns empresários. A transformação da outorga de AM para a FM, de acordo com a minuta disponibilizada ao mercado, ocorrerá exclusivamente para transmissão em tecnologia digital, se já houver sido definido o padrão brasileiro de rádio digital. 
 
O secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica, Genildo Lins, diz que ainda não há nenhuma decisão sobre essa exigência de migrar o AM para a faixa FM em transmissão digital. "Não tenho como te dizer se vai ser assim. Ainda não escolhemos o padrão digital e nem sabemos quando ele será escolhido", diz ele. 
 
Segundo o secretário, inclusive, não há decisão também sobre a forma que o assunto será encaminhado, se por projeto de lei ou decreto. "Eu defendo que seja um projeto de lei. Pode ser que os técnicos tenham um rascunho, mas eu não conheço esse rascunho", diz ele, sobre a minuta que circula. 
 
O setor de radiodifusão argumenta que a migração deve ser possibilitada para as rádios AM independentemente da digitalização. A Abratel, por exemplo, enviou um ofício ao Minicom em dezembro em que argumenta que seria ruim exigir a migração dos canais digitais, já que a intenção do Minicom é que a digitalização seja facultativa. 
 
A minuta do projeto de lei também determina que a potência da rádio que passar a operar em FM deve ser igual à menor potência da localidade. Esse ponto também será contestado pelas associações. Fontes do mercado dizem que não se pode comparar a potência usada para transmitir em sistema analógico com a necessária para cobrir a mesma área geográfica com sinal digital. Esta obrigação restringiria ainda mais a cobertura das rádios que operam em AM e decidirem migrar para a faixa FM.
Fonte: Tudo Rádio

Rádio está presente em 88% das residências e número de emissoras dobra em 10 anos


Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Apesar do avanço de novas mídias e da expansão do acesso à internet, o rádio continua sendo um dos principais veículos de informação dos brasileiros. Segundo a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert),o rádio - que comemora hoje seu dia mundial - está presente em 88,1% dos domicílios do país, perdendo apenas para a televisão, que tem penetração de cerca de 97%.
O país tem aproximadamente 9,4 mil emissoras de rádio em funcionamento, incluindo emissoras comerciais AM e FM e rádios comunitárias. O número é mais que o dobro do registrado há dez anos, segundo dados do Ministério das Comunicações. Nos estados de São Paulo e Minas Gerais estão concentrados os maiores números de emissoras, com 1,4 mil e 1,3 mil, respectivamente.
O número de aparelhos de rádio convencionais passa de 200 milhões no Brasil, além de 23,9 milhões de receptores em automóveis e do acesso por aparelhos celulares, que somam  cerca de 90 milhões. Isso sem falar no acesso às emissoras pela internet, por meio de computadores e smartphones. Aproximadamente 80% das emissoras do país já transmitem sua programação pela rede mundial de computadores.
O presidente da Abert, Daniel Slaviero, destaca que o rádio está se adaptando às novas tecnologias para disputar o mercado altamente competitivo da informação e do entretenimento. “Acreditamos no futuro do rádio, não como nossos pais e avós o conheceram, mas inovador, ágil, interativo e com a mesma importância social, eficiência comunicativa e proximidade com as comunidades e os ouvintes. Aos 90 anos, não há dúvida de que o rádio está em plena reinvenção”, avalia.
Para o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o rádio faz parte da cultura dos brasileiros e não perderá espaço porque está acompanhando a evolução do setor. “Neste momento especial de transformações tecnológicas e do aparecimento de outras mídias, o rádio segue firme no nosso dia a dia porque também se transformou. Hoje é comum, corriqueiro, ouvirmos a transmissão da programação também pela internet, direto das redações das emissoras”, diz. O ministro garante que o governo trabalha para dar à radiodifusão a flexibilidade e pujança necessárias para continuar a crescer.

Emissoras de rádio no Brasil
Rádio
FM
Comunitárias
Ondas Médias (AM)
Ondas Tropicais
Ondas Curtas
FM Educativa
Outorgas
2.664
4.421
1.785
74
66
469
 Fonte: Ministério das Comunicações – dezembro 2012

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013


Ministério lança aviso para rádios comunitárias em 40 municípios do Nordeste
Brasília, 04/02/2013 - O Ministério das Comunicações publicou, nesta segunda-feira, um novo aviso de habilitação para levar rádios comunitárias a municípios que ainda não têm nenhuma emissora desse tipo. A seleção abrange 40 localidades da Bahia (28), Maranhão (8), Pernambuco (3) e Rio Grande do Norte (1). Os interessados em montar uma rádio nesses municípios têm 60 dias para se inscrever.
O coordenador-geral de Radiodifusão Comunitária do Ministério das Comunicações, Samir Nobre, ressalta que todo o processo de seleção será conduzido pela Delegacia Regional do MiniCom em São Paulo, para onde deverão ser encaminhadas as inscrições.
“A documentação encaminhada para a sede do ministério em Brasília ou para outra delegacia regional que não seja a de São Paulo não será recebida. As entidades interessadas em prestar o serviço devem ficar atentas, sob o risco de não serem habilitadas no aviso”, explica o coordenador.
O formulário de inscrição pode ser obtido tanto no site do Ministério das Comunicações quanto diretamente na Delegacia Regional do MiniCom em São Paulo. O pagamento da taxa de cadastramento deverá ser feito em qualquer agência do Banco do Brasil. O aviso de habilitação explica o procedimento que deve ser adotado por clientes e também para quem não possui conta no Banco do Brasil.
Neste ano, o Ministério das Comunicações vai lançar mais 11 avisos de habilitação para rádios comunitárias. As seleções serão destinadas tanto a municípios que ainda não possuem nenhuma emissora quanto àquelas cidades que já contam com uma rádio comunitária, mas que demonstraram interesse formalmente por novas outorgas.
Em 2012, foram 719 municípios contemplados e neste ano serão mais 706 cidades. O objetivo do MiniCom é dar condições para que todos os municípios brasileiros tenham pelo menos uma rádio comunitária funcionando até o fim de 2013.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013


Acopiara vai ganhar uma nova emissora de rádio FM

Presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, Dr. Sarto
O deputado estadual e atual presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, Dr. Sarto (PSB) acaba de informar ao blog do Lindomar Rodrigues que o município de Acopiara será contemplado em breve com uma emissora de rádio FM de longo alcance.
 
Ele disse a reportagem do site que há anos luta por esta conquista e que só agora recebeu sinal verde para ver o empreendimento saindo do papel.

Acopiara possui atualmente mais de 50 mil habitantes e conta com três emissoras de rádio, sendo duas AM's e uma Comunitária.

O presidente da assembleia legislativa, Dr. Sarto deve ir à Brasília nos próximos dias para finalizar os últimos detalhes da nova emissora de Acopiara.

Fonte: Blog do Lindomar Rodrigues